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Breves

Os tempos que se aproximam, devem levar os portugueses a refletir atentamente e até mesmo aqueles que acreditam e correm pela cor da sua camisola, são chamados a fazer um exame de consciência sem paixões doentias nem entusiasmos exacerbados.

Estamos a dez meses de eleições legislativas mas já não há ninguém nos partidos, especialmente dirigentes e responsáveis pelas máquinas de propaganda que não olhem para o seu umbigo para os interesses partidários e para os votos.

Praticamente, ninguém está interessado em mudar de vida, olhar mais para as pessoas, preocupando-se fundamentalmente com Portugal e com os portugueses. O assunto das eleições de Outubro passou a ocupar o primeiro lugar na agenda dos partidos e, quem sabe, a constituir afinal, o único com verdadeiro interesse para os políticos.

Quarenta anos é tempo mais que suficiente para não nos deixarmos iludirJoaquim Pimentel - Jornal de Santa Marinha - Ed. 500

É claro que, uma vez mais como repetidamente sempre fizeram, os problemas do país e as pessoas pouca importância vão ter. O que interessa é vencer nem quem seja, de novo, à custa de promessas demagógicas e falaciosas.

O certo, o ideal e o que funciona é falar às pessoas e tentar tocar o seu coração escondendo a realidade e encobrindo os verdadeiros propósitos. Se se pensa que estamos a exagerar, basta enumerar quantas figuras do partido socialista, do PSD, do CDS, do BE e do PCP não vão percorrer o país do Minho ao Algarve para participar em jantares, reuniões e festas politico-partidárias!

Os responsáveis pelos partidos não se querem dar as mãos e caminhar no mesmo sentido e com um único objetivo, o do interesse de Portugal e dos portugueses. Somos um povo amarfanhado pelo infortúnio, pela tristeza e pelo azar especialmente ditados pela irresponsabilidade, pela inconsciência pela incompetência e pela falta de sentido de estado dos nossos políticos sobretudo da área da governação. Somos um povo triste e sem esperança; por isso mesmo não queiramos ser “burros”. A hora é de reflexão e de análise. Quarenta anos é tempo mais que suficiente para não nos deixarmos iludir.

Não sejamos “burros”.

Decidamos por Portugal e pelos portugueses. Abaixo a mentira, a demagogia, o facilitismo e a promessa falaciosa. 

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