De D. Afonso Henriques, rei dos tempos da Fundação da Nacionalidade, temos a admiração e o dever ao respeito.

Na mira dos méritos devidos a D. Afonso Henriques, logo no início do mandato deste governo, Passos Coelho primeiro-ministro saiu-se com vontade de proceder a uma “Refundação do Estado”. Assim mesmo, “Refundação” e não Fundação, porque essa já tem patrono. “Refundação” com prefixo a querer dizer que o que está, é para renovar, porque já não serve e assim emparceirar em glória com D. Afonso Henriques e, mais tarde, ficar na história com um D. Passos e com direito a estátuas.

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