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Hugo Sousa em Lado Positivo na Covilhã e em Seia. JSM conversou com o humorista

“O público do interior aparece sempre com uma vontade muito grande de rir e de receber.”

Hugo Sousa vai estar na Covilhã e em Seia, dias 3 e 4 de novembro, no Auditório Unidos do Tortosendo e na Casa da Cultura de Seia, respetivamente, com o espetáculo de stand-up comedy “Lado Positivo”.

A tour teve início em Chaves, e já passou por Porto de Mós, Porto, Torres Vedras, Guimarães e Olhão e estende-se até fevereiro passando por Vila Real, Braga, Lisboa, Londres, Santa Maria da Feira, Viseu, Londres, Santa Maria da Feira, Viseu, Mealhada, Terceira, Almada e Almeirim. No entanto, há, ainda, algumas datas por anunciar.

Hugo Sousa é um comediante português criador da série “A Vida do Sousa”, do “Podcast do Sousa”. Conhecido de alguns dos maiores roasts realizados em Portugal, um dos vencedores do “Betclic Mano a Mano” da TVI e é ator da novela “Festa é Festa”, da mesma estação. A par de tudo, nunca parou de fazer comédia em palco e depois do sucesso do solo “Praticamente Estável” apresenta o “Lado Positivo”, o seu 9° solo de stand-up comedy. Um espetáculo de storytelling e observações hilariantes que vai correr o país de Norte a Sul.

Os bilhetes estão à venda em: https://lnk.bio/HugoSousa e nos locais habituais.

Como não podia deixar de ser, o JSM falou com o humorista.

Jornal de Santa Marinha (JSM): “Lado Positivo” é o seu 9° solo de stand-up comedy. O que é que o público pode esperar deste espetáculo?

Hugo Sousa (HS): Algumas histórias, humor de observação e piadas parvas. No fundo, mantenho-me fiel ao meu próprio estilo. 

JSM: O que distingue este espetáculo de todos os outros que já apresentou?

HS: As piadas são todas diferentes, este espetáculo é o resultado de 7 meses de trabalho. Como disse anteriormente mantenho-me fiel ao meu estilo e fiquei muito contente com o resultado. Acho que este é o meu melhor solo.

JSM: A digressão começou em setembro em Chaves e já passou por outras cidades do país. Este fim-de-semana chega ao interior, com espetáculos na Covilhã (dia 3) e em Seia, no dia 4 de novembro. Como define o público do interior?

HS: O público do interior aparece sempre com uma vontade muito grande de rir e de receber bem. Adoro fazer espetáculos no interior por causa das pessoas e da comida! Ahah Os restaurantes são incríveis!

JSM: Qual é o seu lado positivo? Por que razão escolheu este nome para este novo espetáculo?

HS: O meu lado positivo na comédia é, na verdade, o meu lado negativo. As coisas que me chateiam e que me irritam, por norma, são as que têm mais graça. Dei este nome ao espetáculo porque abordo em alguns momentos este tema e a importância de ver o lado positivo das coisas.

JSM: Os seus espetáculos são sempre cheios de histórias. De onde vem a sua inspiração? São histórias reais?

HS: Confirmo! Todas as histórias que conto são reais. Com alguns condimentos de humor mas sempre reais.

JSM: Licenciou-se em Educação Física, mas escolheu a comédia para a sua vida. Porquê? Em Portugal ser comediante é uma profissão reconhecida e gratificante em termos monetários?

HS: Escolhi a comédia porque, na verdade, nunca quis ser professor e adoro fazer humor. Felizmente surgiu a oportunidade de me tornar profissional da comédia à custa do “Levanta-te e Ri” naquela altura e agarrei a oportunidade. 

Hoje em dia, julgo que as pessoas respeitam a profissão de comediante, porque trazemos alegria e boa disposição. É um privilégio para mim fazer isto. 

Em termos monetários é gratificante, mas, sinceramente, não penso muito nesse tema. Simplesmente vejo como um resultado do meu trabalho.

JSM: Faz parte de uma nova geração de humoristas com grande sucesso. Fazer rir é fácil?

HS: Se perguntar a um engenheiro se é difícil construir um prédio ele vai responder que dá trabalho, mas faz-se. A comédia é igual. É uma grande empreitada, mas com trabalho chega-se lá.

JSM: Os portugueses são felizes? Precisam de rir com histórias como esta?

HS: Julgo que os portugueses, apesar de todas as dificuldades, são felizes e são gratos a quem lhes traz alegria, portanto estou no país certo.

JSM: O que o faz feliz?

HS: Coisas muito simples: estar com a família, amigos, boa comida e estar em silêncio (que tenho pouco, porque tenho uma filha de 3 anos).

JSM: Projetos para o futuro…

HS: Fazer mais solos de stand-up. É o que mais gosto. Provavelmente vou ter outros projetos ligados ao humor, mas o meu foco é a comédia de palco.

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